segunda-feira, 9 de julho de 2012


     Aparência, aparência, aparência… Mas afinal o que é isso de aparência?! Aparência… ilusão… magia… será tudo a mesma coisa? Ou, pelo menos, não estará tudo interligado?
     A vida privada de cada pessoa está a tornar-se, cada vez mais, num espectáculo de magia, em que cada pessoa é o seu próprio ilusionista…
     “Nada passa de um espectáculo mágico de sombra, /encenado numa caixa cuja vela é o sol, /Em volta do qual nós, figuras fantasmas, vimos e vamos”, como afirma o poeta persa Omar Khayyám.     Aparência, aparência, aparência… Mas afinal o que é isso de aparência?! Aparência… ilusão… magia… será tudo a mesma coisa? Ou, pelo menos, não estará tudo interligado?
     A vida privada de cada pessoa está a tornar-se, cada vez mais, num espectáculo de magia, em que cada pessoa é o seu próprio ilusionista…
     “Nada passa de um espectáculo mágico de sombra, /encenado numa caixa cuja vela é o sol, /Em volta do qual nós, figuras fantasmas, vimos e vamos”, como afirma o poeta persa Omar Khayyám.
     Pessoas à sua volta olha pasmadas, estupefactas, maravilhadas… pensando “Uau! Quem me dera! Ela tem tudo! É maravilhosa!”… E depois vai-se a ver… escarafunchando a perfeita vida… e depois… o que se descobre?! A magia… o ilusionismo… Afinal tudo o que era belo, fantástico, fascinante não passa de algo simples, incolor, sem brilho, por vezes até mesmo feio... e o que é q acontece… desilusão!
     Roupas caras, acessórios bonitos, postura elegante, sorriso sofisticado, corpo esbelto, carro na moda, passadeira vermelha, pensamentos positivos… Será tudo real? Será a vida assim tão perfeita? Passará apenas de aparência? Algum dia se saberá…
     “A realidade é apenas uma ilusão”, segundo o cientista Albert Einstein.
     Estão prontos?
     Sobe o pano…
     O público bate palmas…
     O espectáculo vai começar…

quinta-feira, 4 de março de 2010

Aquela noite obscura, sinistra, um tanto brilhante...
Aquele teu olhar...
Aquele teu sorriso...
Aquele cheiro próprio de uma noite de verão, onde o luar brilhava como nunca tinha brilhado, naquele local que não posso identificar...
A memória por vezes vaga, por vezes certa não falha no momento em que te aproximas-te, como se nada tivesses a temer, como se fosse o último minuto, o último segundo...
Com aquele teu sorriso, com aquele teu olhar profundo, disses-te aquelas palavras que jamais poderei esquecer...
Aquele teu olhar que me confunde e ao mesmo tempo me fascina. Aquele em que me sinto a mais fraca e ao mesmo tempo a mais forte...
Aquele teu sorriso fascinante em que me sinto como se estivesse num mundo diferente, numa dimensão da qual não quero sair.. não quero regressar...
Aquela noite, aquele lugar por identificar...
O luar... as estrelas.. o teu sorriso...
Noite deserta em que apenas nós existimos...
Noite luminosa onde apenas as estrelas brilham...
Noite por contar..

quarta-feira, 3 de março de 2010

Eu, um ser, que não vive, que não existe...
Eu, ser que apenas e simplesmente vagueia por essa estrada sem fim...
Estrada, essa, que não está nitida... Estrada com nevoeiro...
Eu, um ser, percorro essa indistinta estrada sem fim...
Eu, um ser incompleto...
Ser que vagueia por esse caminho... procurando..tentando encontrar... ansiando por ver o rosto daquilo que tenta decifrar através daquele intenso nevoeiro...
Procura... Anseia... Tenta encontrar...
O nevoeiro diminui... a estrada torna-se mais decifrável...
Consigo ver a metade que pode completar o ser pelo qual dou o nome...
Encontrei..
Tornei-me um ser existente...
Agora sim, existo! Vejo o caminho... Distingo as cores, as formas, as letras...
Ser que tornou a minha imaginária existência numa obvia realidade...

Raquel Miriam
15-10-09
Quem quer ser o heroi?
Quem quer ser um heroi quando depois o vãoacabar por odiar e desprezar?
Por vezes temos de deixá-los cometer os seus próprios erros... sofrer as consequências das suas próprias acções...
Ajudar quem simplesmente se acompanha dos "maus"? Porque?... Eles são masoquistas... gostam de sofrer... mais tarde ou mais cedo acabaram por voltar a atirar-se de cabeça para o poço de onde os foste resfgatar...
A aureola do crepusculo desce lenta e suavemente...
O pano sobe...
O espetáculo começa...
Pensas..Refectes...
Desce o pano...
Cai a noite...
Mas, afinal, quem quer ser o heroi?


Raquel Miriam
21-11-09